Jimmy Luv entrevista Cavalaska
1- Você vem produzindo música eletrônica desde o fim dos anos 90, tendo passado já por vários estilos. Hoje você já é apontado como um dos mestres do dubstep aqui no Brasa. Como foi essa transição e como é fazer dubstep por aqui?
Cavalaska: A transição foi longa e natural para mim, sempre gostei de batidas quebradas e do grave pelos estilos que eu passei. No meio dos anos 90, tive meu primeiro contato com a música eletrônica através do álbum “The Prodigy Experience” e na hora soube que eu queria fazer “aquilo” um dia. Obter reconhecimento é um processo lento na cena brasileira e é algo muito gratificante para o meu trabalho.
Minha trajetória remete ao tempo em que eu achava que música eletrônica era o que tocava na Jovem Pan durante o dia, até que eu conheci o DJ DNS que me apresentou o Jungle. Comecei a produzir batidas quebradas por uns anos e parti para outras áreas além do Drum’n'Bass. Até que em 2004, comecei a estudar e produzir vertentes de house, trance, techno, trip hop, downtempo e também umas coisas bem experimentais e trilhas para filmes. Foi também um período de grandes mudanças na minha vida pessoal com o meu casamento e constituição de família.
Mais recentemente, em 2008, o DJ DNS me ligou e falou: “cara vou tocar numa festa amanhã, se você colar eu faço um set de umas coisas que eu sei que são a sua cara”. Fui e ouvi Dubstep pela primeira vez. Foi como se eu estive descobrindo algo que eu estava procurando há anos. Nessa hora, toda a bagagem que eu tinha da época do Drum’n'Bass mais o que eu aprendi com o House e tudo que estudei se juntou. Encerrei a fase de produções que fazia para um selo de 4×4 e parti para um processo de abraçar a minha estranheza (outra vez). Botei em 140 BPM, usei a batera Half Tempo, mas pra mim não era bem Dubstep. Colocando o meu som na net, o pessoal de fora começou a ouvir e curtir o meu trabalho, para eles eu era um produtor de Dubstep do Brasil que não copiava ninguém e alguns selos entraram em contato.
O que eu gosto muito nessa história toda é que o Dubstep é um gênero bem menos “pentelho” que aceita inúmeras variações sem que a coisa toda seja tachada de maneira perjorativa de “experimental”. Eu curto essa liberdade.
continue lendoJimmy Luv entrevista Arcanjo Ras
1- Hoje em dia você é um dos nomes top da cena dancehall aqui du Brasa. Como você vê a evolução da cena por aqui desde que você começou a cantar nesse estilo?
Arcanjo Ras: Big up Ras, então, a Cena está crescendo a cada dia, a evolução é diária, surgindo novos Cantores, novos Selectas, novos admiradores, a cada dia mais e mais, me lembro de quando começamos a gravar somente em Riddims, mal existia a Cena (apesar de ela ter alguns anos aqui no Brasil), não tinha festas, nem público, o nosso público maior era o do Rap, até porque nos apresentávamos em festas de Rap, aí começou a caminhar, e hoje em dia ela cresce muito, já tem festas, um bom público (espero que aumente mais ainda, rsrs), Vários Cantores e Selectas espalhados pelo Brasil inteiro, eu tenho Fé que a Cena Dancehall nacional vai chegar ao topo !
2- Você lançou recentemente seu segundo video clipe, “Dance Inna Hall/Guardião do Trono”. Gostaria que você comentasse a respeito desse video e sobre a parceria de ter trabalhado novamente com o Fabbao Teixeira…
Arcanjo Ras: Sim, esse já é o meu 2° vídeo, e também não foi fácil fazer (aliás, nunca será…), foram 4 dias de correria, sem parar, tínhamos um roteiro e tentamos seguir ele ao pé da letra, e graças a Jah saiu do jeito que queríamos, a idéia era mesclar 2 cenários, o dia e a noite, um medley de 2 músicas, e conseguimos passar essa sensação. O Fabbão foi fundamental para a concretização desse Video, dedicado e paciente, ele filmou e editou, tudo sozinho, fizemos na raça, sem apoio financeiro nenhum, é importante pra cena ter vídeos de dancehall no ar, esse já o é o meu 2° vídeo na MTV, espero que venham mais vídeos do nosso gênero pra cena se tornar mais popular !
continue lendoJimmy Luv entrevista SACAL
1- Você já passou pelo drum n bass, pelo rap… Quando foi que você sentiu que cantar ragga e seguir carreira solo era seu lance?
Sacal: No Drum’n Bass eu era Dj, mas ouvia muito Congo Natty, Da Bush Babees e etc. No Rap o projeto era o “Eu & Meus Amigos” onde eu era Dj, produzia os beats,fazia a mixagem e masterização das tracks, mas ainda não cantava. Com o fim do “Eu & Meus Amigos” notei que sobraram duas batidas que eu tinha feito mas ninguém tinha gravado, foi quando eu escrevi e gravei “Eu Entendo” e logo depois “Diga”. A atração pelo Ragga foi tão natural que hoje em dia me deixa sem muitas histórias para contar, simplesmente aconteceu.
2- Você é um dos caras mais autênticos e originais do ragga nacional. Como surgiu a ideia de misturar a linguagem local com o ragga-dancehall?
Sacal: Todo mundo me pergunta isso e eu sempre digo que eu não conseguiria fazer música de outro jeito se não fosse com a cultura nordestina agregada. Eu falo daquele jeito 24h por dia e a maioria dos meus amigos também, sendo assim, isso também foi bastante natural.
3- Você deve ser o único cara que faz dancehall em João Pessoa, creio que não deve ser muito fácil fazer esse tipo de som aí na cidade. Como rolam as apresentações? Existe espaço pro dancehall em João Pessoa?
Sacal: Já fui o único durante muito tempo, mas depois que eu comecei alguns Mcs e grupos de Rap passaram a fazer Dancehall também, ainda bem. O espaço para se apresentar em João Pessoa é restrito sim, mas eu me encaixo em eventos de reggae, skateboard, surf, lombras e afins. No final das contas ainda consigo fazer várias apresentações no mês.
4- Seu album “Gangsta Jegue” é um dos top no gênero aqui no Brasil e a cada dia vejo mais e mais gente comentando sobre os sons dele. Como foi fazer esse álbum (temas, gravações, produções e as escolhas dos riddims)?
Sacal: Na real, esse álbum saiu meio que de improviso. Os temas apareciam quando eu menos esperava, no ônibus, no banheiro, cozinhando ou de ressaca lavando a louça.
As gravações e a produção eu fiz em casa mesmo com um Pentium 450mhz e 512mb de Ram (risos). Na hora da gravação eu sempre tinha um refrão escrito, daí eu abria uma garrafa de whisky, gravava o refrão e na sequência as estrofes chegavam na cabeça (não tentem fazer isso em casa). Ouvir e pesquisar riddims é um dos meus maiores passatempos, depois que gravo apresento aos donos e eles colocam nas compilações. Hoje em dia, na maioria das vezes, o pessoal que produz envia os riddims pra mim.
5- Escutei no seu myspace uns medley com vários sons novos que ainda não estão disponíveis pra galera. Tem planos pra lançar esses sons ainda esse ano?
Sacal: As faixas mais legais serão lançadas esse ano sim. Uso Medley como um termômetro para as minhas músicas.
6- Você também é produtor. Pensa em fazer algo que misture sons regionais nordestinos com o dancehall? Acha que falta esse tipo de identidade na cena nacional?
Sacal: Não só penso em fazer como já estou fazendo. Pretendo fazer meu terceiro disco com timbres acústicos e totalmente regional. Tem muita gente faz, mas que eu conheço e bem feito só o RAPadura faz.
7- Há um tempo atrás vi no seu twitter que você tinha começado a fazer umas produções de dubstep. Como tá esse processo?
Sacal: Minhas tentativas de fazer Dubstep (Hospital Psychiatrico) foi visando produzir algumas faixas de Raggastep, mas o processo é lento e o Wobble é lôco. Agora é só aguardar.
8- O que você tem ouvido ultimamente que tem tido alguma influência no seu som?
Sacal: Nacional - Ivan Embolador & Palito, Flávio José, Raimundo Nonato & Nonato Costa, Amazan, Zé do X (1979), Mussum (Água Benta de 1978), Alcymar Monteiro, André Abujamra, Candeia e etc.
Gringo - Super Cat, Chali2na, Bubaseta, Spyda Team, Jabaman e mais um bocado.
9- Além de fazer música, o que mais Fábio Sacal faz no dia-a-dia?
Sacal: Tranquei a pouco tempo a faculdade de Rádio & Tv (UFPB) para poder cursar Mídias Digitais (UFPB), sou dono de casa (risos) e também sou freelancer. Como diriam por aqui “eu dou meus pulo”.
10- Valeu pela entrevista Sacal! Tem uma galera por aqui anciosa por um show seu… Alguma chance?
Sacal: Por enquanto só em Brasília dia 17 de Julho no Encontro Brasileiro de Grafite (área externa do Museu Nacional). Recebi hoje (05/06) uma proposta do Chico Corrêa pra fazer uma tour com o B.Negão e o Russo Passa Pusso, se não me engano a primeira gig será em São Paulo.
Mas quem sabe antes disso eu dou um pulo poraê.
Fico muito agradecido pelo convite, Jimmy. Quando precisar é só chamar.
Shows de Reggae: 13.02.2011
Shows: TRIBO DE JAH & FIRE NIGHT REGGAE BAND
Data e hora: 13/02/2011 – 19h
Local: Club comercial – Bagé – RS
Shows: Sabedoria Nahtiva + Raiz de Jequi
Data e hora: 13/02/2011 – 18h
Evento: Borther´s REGGAE
Local: Brother´s Pub – Contagem – MG
Informações: REGGAE todos os domingos de fevereiro no brother´s pub
Shows: BENDER+ETO + ATRAÇÕES E LAB ANN DUB !!! EM OUTRA PISTA FAZENDO SUA VIBE COM MUITO ( REGGAE ROOTS , RAGGA, DUBSTEP E DUB )
Data e hora: 13/02/2011 – 19h
Evento: DELUXE ESPECIAL
Local: ESPAÇO FACTORY – SAO CAETANO DO SUL – SP
DUBPLATE @ Saravejo Club [São Paulo - SP]
Show da banda: Lei Di Dai & Vinnie Man
Data e hora: 04/04/2010 – 22h
Evento: DUBPLATE
Local: SARAJEVO CLUB – São Paulo – SP
Informações: A FESTA COMEÇA COM DJ B8 / DEPOIS DJ MARCO (SINTONIA)
www.myspace.com/leididai
Batidão Sonoro apresenta: LUAU SONORO
::::::::::::::::::: LUAU SONORO ::::::::::::::::::::::::::
Na 5ª edição do Luau Sonoro, apresentamos o DJ LÉO ZULU, dj do rapper RAPadura, do grupo DF Zulu Breaker’s e integrante da crew Firma de Scratch.Também comandam a pista o Dj Dog Daia residente da Da Bomb e o Batidão Sonoro (Batma, Bola e Chikin).
::: Ragga ::: Hip-Hop :::: Dancehall ::: Pancadão ::: Break Beat ::: Ragga ::: Hip-Hop
Dia 20 de março (sábado) no clube 904 (antigo Blackout bar) a partir das 23 hs.
Discotecagem:
- Batidão Sonoro ( Batma, Bola e Chikin)
- Dog Daia (Da Bomb)
- Dj Léo Zulu (Firma de Scratch / Rapadura)
Ing: 10 R$
Inf: 8433 6692
Projeções no telão, área c/ mesas de sinuca e cartão de crédito no bar.
Classificação: 18 anos.
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continue lendoFesta do Pilão: show de Buyaka San ; selecta com Jimmy Luv, part. dos DJs: Erry-G / KL Jay / Kiko / Itamar;
continue lendoEventos – 21.06.09
República Zion [São Paulo - SP]
21/06 – 15h
Local: Alameda das Flores – Altura do nº 1.374 da Avenida Paulista – São Paulo – SP
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CAMBALACHO EXPERIENCIA DA FUSÃO SONORA [Curitiba - PR]
21/06 – 20:00h
DJ JEFF BASS + DJ ANAUM
samba-rock|Nu-Jazz|Hip Hop|Funky-Breaks|Dub|Trip-Hop.
Entrada: Mulher FREE até 21:00h após R$7,00
Homens: R$ 12,00
Local: Era só o que Faltava – Av. Republica Argentina 1334
Informações: 3342.0826
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FESTA RAGGA DANCEHALL LEI DI DAI EURO TOUR [São Paulo - SP]
21/06 – 21:07
Local: Saravejo – Rua Augusta,1397 – São Paulo – SP
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PRIVATE [São Paulo - SP]
21/06 – 23H
Os domingos na Cantho já viraram hit, o projeto traz os melhores Djs da cena e com público seleto, se tornou referência nas noites de São Paulo. No som, house music e suas vertentes. No line-up os residentes Junior Britto e Paulo Ciotti recebem a Dj Grá Ferreira. Abrindo a pista, a sempre irreverente Silvetty Montilla, uma das figuras mais requisitadas e divertidas da noite paulistana, gogo boys e recebendo os convidados a hostess Bruna Seccos.
Preços:
Homens
Com flyer até 1h – R$ 15,00 de entrada.
Sem flyer – R$ 20,00 de entrada.
Mulheres
R$ 30,00 de entrada.
Local: CANTHO DANCE CLUB – Largo do Arouche, 32 – Centro, SP.
Tel: (11)-37236624 – (11) 91602646.
www.cantho.com.br
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DOMINGO POP – ROCK (Acustico) [Curitiba - PR]
21/06
MPB & Pop-Rock
Local: Bar Terceiro Mundo
Info: 3082-7635
www.barterceiromundo.com.br
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LOUNGE SWING & BALADA SMIRNOFF ICE – SENSATEZ E SWING MANEIRO
21/06
A balada de domingo começa mais cedo. A partir das 20h o Acústico João Lucas & Leo no pátio do El Divino com a promoção “Rodada Double”: chopp, caipiroska Smirnoff e pizza em dobro (compre uma e ganhe outra). A partir das 22h, a apresentação das bandas Sensatez seguida da banda Swing Maneiro com o Dj Robson de Paula (residente) nos intervalos. Apresentando os convites bônus, até às 22h, as mulheres têm entrada free e os homens pagam R$ 20,00 de ingresso. Após as 22h, ainda com o bônus, as mulheres pagam R$ 20,00 de ingresso e os homens R$ 30,00. Após 0h30 os bônus não terão mais validade. As mulheres que entrarem com convite bônus, ganham vale drink Smirnoff Ice. Bônus podem ser retirados com os promoters Henrique Gentil (7811.5966 ou 8813.6594) e Jai son Vieira (8408.7705). Ingresso antecipado no Escritório El Divino Lounge: feminino R$ 20,00 e masculino R$ 30,00. Ingresso na hora: feminino R$ 30,00 e masculino R$ 40,00. Valores sujeitos a alterações. Neste dia não haverá a opção da consumação mínima. Apoio: Hotel Mercure Florianópolis. Patrocínio: Smirnoff Twist – aprecie com moderação, Effect Energy Drink, Coca-Cola, Cerveja Sol e Brasil Telecom – Você ganha mais e sua vida também. Realização: Henrique Gentil e Jaison Vieira. Promoção: Cubo Eventos.
Cliente Vip Card têm acesso free com direito a acompanhante!
Local:El Divino Lounge – Florianópolis – SC
www.eldivinobrasil.com.br
Lei Di Dai
Release:
Coroada como Rainha do DanceHall – vertente dançante do reggae mais conhecido como Ragga – Daiane, aka LEI DI DAI “do lado leste de São Paulo, filha de preto, original do gueto” vem bombando cada vez mais em todos os lugares possíveis e impossíveis… Sua mensagem é simples: união para combater a Babilônia.
Com influências da boa música e anos de estrada, para Dai o reggae é a libertação, harmonia & amor.
Apostando na diversidade, a Rainha do DanceHall passa suas mensagens ao vivo geralmente acompanhada da banda de apoio QG Imperial, e também por vários soundsystems do Brasil a fora, vários convites estão chegando e o reggae ganhando seu espaço merecido… Jah Bless!
Para escutar: Baixe cd Lei Di Dai alpha & omega – clique aqui.
Matéria: Revista Rolling Stones – clique aqui.
Tenis Guns Rasta by Lei Di Dai: clique aqui.
Assista o vídeo da Lei di Dai no programa Em Cartaz
Contatos:
Tel: (11) 8379 57 76
E-mail: daicnb@yahoo.com.br
Myspace: www.myspace.com/leididai
Banda QG Imperial
Release:
QG Imperial é a primeira banda de DancehallReggae do Brasil que faz suporte para diversos cantores, a banda surgiu no final de 2004 e conta com os músicos Rafael ‘Dumdum’ (baixo), Lucas ‘Alemão’ (teclados), Ras Daniel (guitarra) e Fabrício ‘Jah Fya’ (bateria).QG Imperial toca diversos riddims clássicos e atuais da Jamaica e do mundo. Trabalham com os artistas Ras Bernardo, Lei Di Dai, Kandiman, Jimmy Luv, entre outros através do projeto “Roots Ragga Reggae”.
Integrantes:
DUMDUM(Baixo)
JAH FYA (Bateria)
KULCHA (Guitarra)
ALEMÃO (Teclado)
Contatos:
Tel: (11) 8177 3403
E-mail: qg.imperial@gmail.com
www.myspace.com/bandaqgimperia
youtube.com/qgimperial
Ms. Ivy
Release:
IVY ingressou cedo no mundo da música. Sua mãe era cantora de um grupo de pagode e seu pai sempre esteve atrás dos bastidores de shows. IVY começou a cantar aos 12 anos quando já subia ao palco para ser backing-vocal de uma dupla de forró. Porém anos depois foi morar durante 1 ano na Alemanha, onde veio a conhecer o estilo ragga. Quando ela voltou para o Brasil se interessou em ver um show da Família 7 Velas na Galeria Olido.
Em 2005 acabou entrando para a 7 Velas, sendo uma das primeiras cantoras de ragga do Brasil. Teve músicas nos cds “Família 7 Velas Vol. 2, 3 e 4″. A música “Paga Um Pau” também acabou saindo em uma mixtape de Boston (EUA), e foi uma das mais executadas numa rádio de lá.
Fez diversas apresentações com a crew 7 Velas em São Paulo, cantando com bandas de apoio ou em soundsystems, além de cantar em algumas festas de Curitiba e São Paulo, sempre conquistando um público feminino fiel. IVY junto com a loja Johnny B Good lançou em julho de 2008 seu “cd Promo” que traz uma mistura de dancehall, roots, reggaeton e hiphop. IVY mostra que veio pra somar…
Assista o vídeo “Ao Som do Ragga”
Contatos:
www.myspace.com/msivyimperial



