"Nossa União é a Nossa Força"

Big Gilson de Volta ao Brasil

Postado por | mai 4, 2010 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

“Big Gilson, orgulho do blues nacional” (Bernardo Araújo, Jornal O GLOBO)

O bluesman volta ao Brasil para finalmente lançar seu último CD SENTENCED TO LIVING pela Blues Time Records, após o sucesso deste álbum na América do Norte, Europa e em todo o Brasil.

“Excelente álbum – bem produzido, excelentemente bem arranjado e divertido”
– Michael Verity – BLUES REVUE MAGAZINE (USA) – 2010.

Sentenced to Living é o décimo terceiro CD da carreira de Gilson, sendo os quatro primeiros com a extinta BIG ALLANBIK da qual foi fundador e os nove seguintes solo, que lhe renderam não só uma sólida carreira nacional, mas também o reconhecimento internacional de público e crítica.

Além de já ter dividido palco, em suas turnês, com nomes ilustres do blues-rock internacional, como Johnny Winter, The Animals, Canneed Heat, Steve Crooper, Johnny Rivers (70.000 pessoas), Steve Winwood (Brazilian tour), Micky Moody (Whitesnake), Magic Slim, Tab Benoit, Walter “Wolfman” Washington, Correy Harries e duas vezes o mestre B.B. King entre outros.

Neste álbum, ele retrata seu descontentamento com o mundo atual, repleto de injustiça social, guerras, falta de saúde e educação nos países mais pobres. Por isso, ele diz que assim que nascemos já estamos Condenados a Viver – SENTENCED TO LIVING.

“ Esse CD deve cimentar sua reputação como uma das melhores representações
desta roupagem blues-rock, do norte ao sul do equador”
Al Kirkcaldy, jornalista Canadense.

Big tem o apoio inédito a um artista brasileiro, pela maior e mais tradicional fábrica de amplificadores, a inglesa MARSHALL.

Por tudo isso, é hoje considerado pela crítica e público, um dos melhores em atividade no cenário blues.
Sua banda, a BLUES DYNAMITE é composta por:

GIL EDUARDO: Um dos pioneiros do blues no Brasil, tendo fundado e tocado nos cinco primeiros álbuns do Blues Etílicos. Com certeza um dos maiores bateristas do gênero.
FLAVIA COURY: Acaba de se juntar a “gang”, trazendo com seu baixo Fender, toda a grande bagagem musical que possui. Atua também nas bandas DOIDIVINAS E AUTORAMAS.

Via: www.biggilson.com

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Nuno Mindelis

Postado por | mai 4, 2009 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

Release:

Nascido em 7 de agosto de 1957 em Cabinda, Angola, Nuno Mindelis se apaixonou pela guitarra já aos cinco anos de idade. Aos nove, já estava tocando instrumentos construídos por ele próprio.

Nessa época, já ouvia Otis Redding e sua grande banda, Booker T & the MG’s, composta por Steve Cropper, Donald “Duck” Dunn e Al Jackson. Nuno admira estes músicos até hoje, e reconhece-os como uma influência importante em seu estilo.

nunomindelis

Em 1975, já no Canadá, Nuno juntou-se a um primo mais velho para formar uma banda de blues, tocando em bares locais. Um ano depois, decidiu reunir-se novamente com sua família que havia escolhido um novo país para morar: o Brasil.

Em 1990 ocorre o primeiro evento importante em sua carreira, quando lança seu primeiro disco solo, “Blues & Derivados”, que passa a ser tocado em rádios de São Paulo, além de receber amplos elogios da crítica.

Em 1991,  gravou seu segundo disco, “Long Distance Blues”, pela gravadora Movieplay. Contou com a participação especial de Larry Mc Cray, ex guitarrista da banda de Gary Moore, e J.J. Milteau, o gaitista mais importante da França e um dos mais importantes da Europa. Este trabalho chamou a atenção da mídia nacional, colocando Nuno como um músico de porte que passou a integrar festivais de blues ao lado de nomes como Robert Cray, Otis Clay, Ronnie Earl, Lonnie Brooks e Bo Didley.

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Ale Ravanello Blues Combo: “Up The Line – Little Walter”

Postado por | abr 13, 2009 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

Classic Little Walter theme interpretado por Ale Ravanello Blues Combo.

Ale Ravanello – Vocal e harmônica.
Nicola Spolidoro – Guitarra.
Sergio Selbach – Baixo.
Clark Carballo – Bateria.

Show gravado (07/02/2009) no Mississippi Delta Blues Bar – Caxias do Sul – RS – Brasil.

Website: www.aleravanello.com

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Duo Blues

Postado por | abr 4, 2009 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

 

duobluesDuo Blues - www.duoblues.com

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Rio Grande , RS – 22/02/09 – Ale Ravanello e Gambona – Larus Bar e Restaurante – Brasil

Postado por | fev 22, 2009 | EVENTOS | 0 comentarios

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Caxias do Sul , RS – 07/02/09 – Ale Ravanello Blues Combo – Mississippi Delta Blues Bar

Postado por | fev 7, 2009 | EVENTOS | 0 comentarios

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Caxias do Sul , RS – 06/02/09 – Ale Ravanello Blues Combo – Mississippi Delta Blues Bar

Postado por | fev 6, 2009 | EVENTOS | 0 comentarios

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Andy and The Rockets

Postado por | jan 29, 2009 | ROCK | 0 comentarios

Release

Rock n’ Roll anos 50; Baladas; Blues; surf-music instrumental início anos 60.

“Andy and The Rockets” é a nova banda do renomado músico gaúcho Andy Boy.
A banda é uma viagem no tempo trazendo de volta o melhor da diversão dos anos 50, do surgimento do rock n’roll, dos temas de sucesso de Elvis Presley e da sensacional energia da surf-music intrumental.

A banda:
Andy Boy
Compositor, arranjador, produtor, gaitista, cantor, guitarrista (base).
Vinte anos de atividade como músico e laureado 2 vezes com o Prêmio Açorianos de Música. (coletânea “Blues 4 POA” e cd autoral “Bluemind”)
Endorsee das Harmônicas Hering
Músico lead da “Andy Boy and The Blue Planets”
Participante dos projetos “Natu Blues Festival”, “Bluesmenau”, cd Rock Gaúcho, “Blues in Clio”, Moinho da Estação Blues Festival, entre outros.

Marcelo Cardoso, guitarrista, histórico de bandas: As Velhas, Andy Boy and The Blue Planets.
Sérgio Selbach, baixista, histórico de bandas: Velha Cabeçuda, Thomas Butterfly, Bigger Band, Gaspo Harmônica e Oly Jr., Walking Blues, Azambujas entre outras.
Clark Carballo, baterista, histórico de bandas: Banda Mole; Los Infernales; Fabrício Beck Trio

Repertório:

Especial Anos 50
Be-Bop-A-Lula – Gene Vincent
Johnny B. Goode – Chuck Berry
The Great Pretender – Platters
I won’t stand in your way anymore – Brian Setzer
Whole Lotta Shakin’ Going On – Jerry Lee Lewis
Tutti Frutti – Little Richards
Keep A Knockin’ – Little Richard
Great Balls of fire – Jerry Lee Lewis
Summertime Blues – Eddie Cochran
That’ll Be the Day – Buddy Holly
Everybody wants to be my babe – Carl Perkins
Blues Sued Shoes – Carl Perkins
Honney Don’t – Carl Perkins
Shake Rattle and Roll – Bill Halley and his Comets
Rock Around the Clock – Bill Halley and his Comets
See You Later Alligator – Bill Halley and his Comets
You Got It – Roy Orbison
Get Rhythm – Johnny Cash
Ooby Dooby – Janis Martin
Tears On My Pillow – Little Anthony and The Imperials

Especial surf-music instrumental:
Misirlou – Dick Dale (pulpfiction)
Walk don’t run – Ventures
Yellow Jacket – Ventures
Wipe out – Surfaris
Pipeline – The Chantays
Surf Rider – The Lively Ones
Tempest – Straitjackets
Pacifica – Straitjackets
Sleepwalk

Especial Elvis Presley:
Little sister
All Shook Up
Heartbreak hotel
Blues Sued Shoes
Don’t Be Cruel
That’s allright mamma
I can’t help falling in love with you

Especial Blues:
Hoochie Coochie man – Muddy Waters
Sugar sweet – Muddy Waters
My babe – Little Walter
Watch yourself – Little Walter
Key to the Highway
The thrill is gone – BBKing
Everything is gonna be allright – Little Walter
Blues With a Feelling – Little Walter
Just your fool – Little Walter
Stormy Monday – T. bone Walker
Before acuse me – Ellas McDaniel
instrumental fredie king
Mojo – Muddy Waters
I got you on my mind
Shes Tuff – Fabulous Thunderbirds
Stick With Me – Andy Boy
Hard Kick – Andy Boy
When The Saitns Go Marchin In – (traditional)


Contatos:
André Serrano (Andy Boy)
Tel: (51) 9971-5005 / 3328-8923
Website: http://sites.google.com/site/andyandtherockets
msn Andy:
serranoamps@hotmail.com
Comunidade da banda no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=46450185
Perfil no Orkut para foto-album:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=12862821482921944888

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Ale Ravanello

Postado por | jan 23, 2009 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

Release

Ale Ravanello reside em Porto Alegre e dedica-se à harmônica e ao blues profissionalmente desde 1998, quando passou a integrar e co-fundar a banda Belzeblues.

Com a extinção da banda Belzeblues, Ale Ravanello e o guitarrista Nicola Spolidoro fundaram a banda Only For Blues, onde Ale também assumiu a função de vocalista e teve a sua primeira experiência como “band leader”.

Paralelamente ao trabalho do quarteto, Ale Ravanello e o guitarrista Nicola Spolidoro iniciaram, em 2000, um trabalho em dueto, onde buscaram, inicialmente, a sonoridade das tradicionais duplas acústicas de blues tradicional e country blues como Sonny Terry & Brownie McGee e John Cephas & Phill Wiggins.

Em 2001, Ale Ravanello e Nicola Spolidoro foram contratados pelo Grupo Deville, luxuosa rede nacional de hotéis cinco estrelas, para a realização de shows semanais na filial de Porto Alegre, onde, além dos clássicos temas de blues, agregaram ao seu repertório consagrados standards de jazz e de rock and roll internacional.

Desde o início da parceria com o Grupo Deville, que persiste até os dias de hoje, Ale Ravanello e Nicola Spolidoro tornaram-se um referencial na região e são freqüentemente requisitados para a realização de shows nos mais variados eventos de empresas e de personalidades do estado, inclusive lançando, em 2005, de forma independente, seu primeiro álbum, que levou o nome do dueto, Duo Blues.

Ale Ravanello foi convidado também pelo vocalista Luizinho Pretto para fazer parte da banda Luizinho Pretto e Pé no Blues, que ganhou grande destaque por interpretar fielmente os mais conhecidos temas de Muddy Waters, Howlin Wolf e Willie Dixon.

Desde 2005, Ale Ravanello conta com o patrocínio da fábrica de amplificadores Serrano Amps e, recentemente, passou a fazer parte do seleto grupo de artistas patrocinados pelas Harmônicas Hering, uma das maiores fabricantes de harmônicas do mundo.

Em 2007, Ale Ravanello participou do primeiro Bluesmenau Festival, festival internacional dedicado à harmônica e oferecido pelas Harmônicas Hering, onde dividiu o palco com Jefferson Gonçalves, Andy Boy e o grande ícone mundial da harmônica Peter MadCat Ruth.

Atualmente, além do trabalho em dueto, Ale Ravanello realiza apresentações com a Ale Ravanello Blues Combo, trabalho que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica com temas recheados do swing característico dos anos 50.

Ao longo de sua carreira, Ale Ravanello desenvolveu um fraseado próprio especialmente influenciado por Big Walter Horton, Sonny Boy Williamson, George “Harmônica” Smith e William Clarke. Tais influências, associadas ao mais dedicado estudo da técnica de embocadura de solo por cobertura, lhe fizeram conquistar um timbre marcante e uma sonoridade única, o que justifica o fato de ser, hoje em dia, um dos gaitistas mais conhecidos e procurados da região para aulas, shows e gravações.

Saiba mais sobre o trabalho do artista através do web site www.aleravanello.com.

Entre em contato com o artista através dos telefones (51)9831-7889 e (51)3228-5200, ou através do e-mail aleravanello@hotmail.com.

Para escutar mp3 de Ale Ravanello, clique aqui.

Contatos:
www.myspace.com/aleravanello
www.aleravanello.com
E-mail: aleravanello@yahoo.com.br
Tel: (51) 3228-5200 / 9831-7889

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Chegou “SENTENCED TO LIVING” novo álbum do Big Gilson

Postado por | jan 9, 2009 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

Por Blues Time Records

A Blues Time Records tem o prazer de apresentar o mais novo CD do Bluesman brasileiro BIG GILSON.

Sentenced to Living é o décimo terceiro CD da carreira de Gilson, sendo os quatro primeiros com a extinta BIG ALLANBIK e os nove seguintes solo, que lhe renderam não só uma sólida carreira nacional, mas também o reconhecimento internacional de público e crítica.

Além de já ter dividido palco, em suas turnês no Brasil, com nomes ilustres do blues-rock internacional, como BB King, Magic Slim, Robben Ford e Stevie Winwood, neste ano de 2008 Big Gilson se apresentou junto a Johnny Winter, The Animals, Steve Crooper e Ian Parker, entre outros no Canadá e Reino Unido.

Em Sentenced to Living, que já é considerado no Canadá e Europa seu melhor álbum, o Big conta com muitas participações especiais de amigos músicos espalhados pelo Brasil, Canadá e Europa. Neste álbum, ele retrata seu descontentamento com o mundo atual, repleto de injustiça social, guerras, falta de saúde e educação nos países mais pobres. Por isso, ele e seu parceiro musical Sérgio Vid pensam que, assim que nascemos, já estamos SENTENCED TO LIVING (Condenados a Viver).

Leia o que diz Al Kirkcaldy, jornalista Canadense e entusiasta do blues do Big:

Sempre que alguém me diz que prefere um REAL BLUES, eu pergunto com que freqüência ele vai ao oeste Africano. Do meu ponto de vista, o REAL BLUES existe por todo canto do nosso planeta. Você não precisa viajar para Memphis, Mississippi ou Chicago para ouvir paixão e emoção tremendas, como as expressadas por grandes músicos de blues.

E eu não consigo imaginar uma gravação de blues melhor, para te levar à universalidade do gênero, do que a que você está segurando em suas mãos agora.

Big Gilson, que se criou nas ruas do Rio de Janeiro para se transformar num guitarrista de blues reconhecido internacionalmente, recrutou grandes talentos do Brasil, Reino Unido, Espanha e Canadá para fazer este disco.

O resultado é Gilson no seu melhor estilo incendiário, com uma banda fantástica, em novas canções verdadeiramente inspiradas e algumas inesperadas releituras, muito bem rearranjadas, de músicas de outros autores.

Big Gilson & Blues Dynamite são, com certeza, REAIS e esse CD deve cimentar sua reputação como uma das melhores representações desta roupagem blues-rock, do norte ao sul do equador.

Al Kirkcaldy – Canada
Host/blue in the face/CFFF 92.7 FM
Blues columnist/Peterborough Examiner

Compre já o seu pelo email: news@biggilson.com

ou diretamente pelo site www.biggilson.com

Blues abraços a todos e ótimo 2009.

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Gaita Blues – Curso Intensvo de Férias

Postado por | dez 30, 2008 | BLUES & JAZZ | 2 comentarios

Por Flávio Vajman

Ministrarei em janeiro um curso intensivo de férias de gaita blues. Será uma jornada de 12 horas, divididas em 4 aulas com 3 horas cada.

As turmas terão no máximo 6 alunos, propiciando uma melhor didática, e a primeira turma a ser fechada será aos sábados, dias 10, 17, 24 e 31 de janeiro, das 14:30 às 17:30.

Para as aulas o aluno deverá dispor de uma harmônica diatônica 20 vozes, conhecida como gaita blues e, preferencialmente, afinada em dó (C). O modelo cromático não é obrigatório, mas aqueles que o possuem poderão trazê-lo a partir da terceira aula.

Predomina neste, também, a minha metodologia com ênfase na conscientização organismo e a sua ação sobre o sopro. Entre os tópicos a serem abordados estão: Noções básicas de fisiologia, técnicas variadas, manutenção & conservação do instrumento, a gaita cromática no blues, harmonia aplicada ao blues, dicas de improviso, percepção & apreciação musical, variações do blues, banda & palco, microfonação e outros.

O valor para este curso é de R$ 250,00, podendo ser dividido em duas parcelas, a primeira no ato da inscrição e a segunda para 30 dias.

As aulas acontecerão no Centro de Estudos Musicais Rockabilly. Rua Rego Freitas, 512 – conj. 02.

Os interessados podem reservar suas vagas pelo (11) 3151 5737

Aos que gostariam de obter mais informações sobre o meu trabalho, segue alguns links:

http://www.youtube.com/watch?v=nRcVS5JfJ6E&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=lIZaW8E0hI0
http://www.myspace.com/bandafabricadeanimais

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Cracker Blues no Programa Lounge Cultural

Postado por | dez 24, 2008 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

Vídeos do Programa Lounge Cultural com entrevista com a banda Cracker Blues no dia 23/11/2008, onde mostra uma prévia do primeiro CD com a produção de Edu Gomes que será lançado em 2009.
fonte: Cracker Blues

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Algodão e Melancolia !!!

Postado por | out 5, 2007 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

ALGODÃO E MELANCOLIA… A HISTÓRIA DO BLUES!!

Começa pela tradução da palavra. “Blues” quer dizer melancolia no jeito peculiar de falar dos habitantes do delta do rio Mississipi, berço do ritmo. E melancólicas são as raízes do blues. Ele começou a surgir em agosto de 1619, quando o primeiro navio negreiro atraca na costa-americana. Nos porões, negros arrancados à força da África para o trabalho forçado em lavouras de algodão, tabaco e milho nas cercanias de New Orleans, nos estados de Alabama, Mississipi, Lousiana e Georgia.
No espírito dos desafortunados escravos, uma profunda saudade do que ficou para trás e uma rica cultura folclórica amordaçada. Mas a musicalidade latente dos africanos não tardaria a se manifestar. Aos poucos, surgem as “work songs”, verdadeiros lamentos melódicos, entoados pelos negros na árdua tarefa de plantar e colher os produtos da terra. Enquanto uma voz entoava um verso, os outros trabalhadores faziam o coro. No início, nas línguas nativas: fon, bantu e yorubá; com o passar do tempo, uma mescla de palavras de dialetos africanos e inglês, incorporado na convivência com os fazendeiros da região. Tudo a capela, de uma froma primitiva mas não menos visceral, sentimental e sempre rítmica. É a primeira manifestação musical dos negros na América que começavam a erguer com o sacrifício da liberdade perdida em pontos diferentes da África. A Guerra da Secessão, vencida pelo norte, representa a liberdade para os negros escravos do sul em 1865. Nessa época, em New Orleans havia cinco negros para cada quatro brancos. Muitos desses negros são netos e bisnetos dos pioneiros escravos. Os recém libertos também cantam e tocam, com a diferença de pelo menos um século de assimilação da cultura branca. Começa a surgir assim a figura do blueseiro, ainda com um banjo em lugar da guitarra. Como o blues é uma música vocal por natureza, em sua versão instrumental o ritmo exige instrumentos de habilidade vocal, capazes de “imitar” a voz humana. E nada melhor para se obter este efeito do que a técnica de “knife-song”, de deslizar sobre as cordas do violão uma placa metálica para se obter um som lamurioso, que mais parece um gemido humano. Assim a guitarra acústica desbanca o banjo e passa a frequentar os braços, mãos & dedos dos blueseiros. Instrumentos de percussão de origem africana como o djambè e harmônica, com sua versatilidade, complementam o kit básico do blues primordial, que não dispensa a interpretação, o sentimento absoluto no cantar.

A esta altura as canções já não são apenas lamentos, mas também bravatas, histórias de rixas terminadas com filetes de sangue manchando de vermelho as lâminas de navalhas, de mulheres conquistadas, de corações despedeçados. Agora o inglês prepondera sobre os dialetos africanos nas letras e o blues já é uma música americana, feita por negros e cada vez mais amada pelos brancos. Chega o rádio, o gramofone, o show-business. Surgem cantoras como Bessie Smith e guitarristas blueseiros como Ottis Redding. E isso tudo é só o começo de uma longa história regada a paixão pela música e litros e mais litros de Jack Daniels.

Via.

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Método de Blues Grátis

Postado por | jul 25, 2005 | BLUES & JAZZ | 1 comentario

Depois de alguns anos vendendo o método de blues por eMail, resultado de 7 anos dedicado ao gênero, estou disponibilizando GRÁTIS!!! o método a todos que desejarem.

Para baixar, basta entrar no meu site (totalmente desatualizado por sinal):
www.fly.to/alanw

Pela livre circulação da informação!

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Blues

Postado por | dez 13, 2002 | BLUES & JAZZ | 0 comentarios

O Blues nasceu para dar voz aos escravos do sul dos Estados Unidos. A partir de 1860, os spirituals – canções religiosas entoadas pelos negros africanos desde sua chegada à américa – sofreram uma mutação fundamental. Além de apelar para Deus, os escravos começaram a curar suas dores de amor através da música.

A trangressão não estava somente na conotação amorosa e sexual das letras do blues. No formato musical, o estilo também marcou uma ruptura. Fugindo da complexidade do jazz e da rigidez dos eruditos, o blues nasceu como uma música crua. Em sua grande maioria as canções têm apenas três acordes, construídos segundo a famosa escala pentatônica, uma sequência básica de apenas cinco notas musicais. O estilo se espalhou rapidamente pelo sul dos Estados Unidos. Tocar blues era teoricamente simples. Mas o que transformava um mero curioso num verdadeiro bluesman era o sentimento que ele colocava na sua interpretação.

Durante o século XIX, o blues era uma tradição passada de geração a geração. Ilegal desde 1808, o contrabando de escravos africanos para o sul dos Estados Unidos só iria crescer com a Guerra Civil Americana, ou Guerra da Secessão, em 1865. Com a emancipação dos escravos, os negros passaram a ser trabalhadores assalariados. E as work-songs deram lugar ao canto solitário de um homem trabalhando a terra.

A Revolução Urbana

No final do século XIX, a alta taxa de natalidade provocada pela emancipação dos escravos proporcionou outros tipos de trabalho aos negros. Muitos deixaram o campo e partiram para a periferia das grandes cidades do sul, como Chicago, Memphis e a Região do Delta do Rio Mississipi, nos estados de Arkansas, Tennessee, Alabama, Luisiana e Mississipi, para trabalhar nas primeiras metalúrgicas e refinarias do país ou em canteiros de obras. Mas a maior parte deles foi parar nos entrepostos de algodão e tecidos.
Esse movimento em direção às cidades do sul atingiu seu pico entre a virada do século XX e o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A formação de guetos foi inevitável. Neles, os negros ralavam, sofriam e também divertiam-se. A procura por prazer em prostíbulos, bares e casas de jogo tinham um ponto em comum: a música. Neste ambiente, explodiu a revolução do blues urbano.

Quando conseguiram descolar instrumentos musicais, os negros tocavam o banjor, um ancestral do banjo de origem africana, e o fiddle, espécie de violino trazido para os Estados Unidos pelos irlandeses. O violão apareceria logo depois, graças à influência espanhola vinda do México.
Os primeiros bluesmen profissionais formam uma categoria a parte. Incapacitados para o trabalho manual, cegos e deficientes encontravam na música seu meio de vida. Blind Lemon Jefferson, Blind Willie McTell e outros tantos Blinds (cegos) começaram assim. Também nascia a tradição do músico itinerante e da vida na estrada.

No Estúdio

O final da Primeira Guerra Mundial marcou também o estouro dos gramofones – o tataravô do CD player – e a consolidação do mercado de discos. Gravadoras como Victor, Decca, Paramount e Columbia expandiram seus bem-sucedidos negócios do norte para o sul dos Estados Unidos. Os primeiros alvos eram Chicago e Nova York, principalmente no bairro do Harlen.

Não por acaso, o primeiro blues a virar disco foi gravado em Nova York pela cantora Mamie Smith, em 1920. “Crazy Blues” superou todas as expectativas, vendendo 75 mil cópias por semana. Com o sucesso, Mamie voltou ao estúdio três vezes em três meses e virou febre.

A partir de 1921, todas as grandes gravadoras americanas passaram a ter suas “races series” (Série da raça), subdivisões que lançavam discos de músicos negros para o consumo da população dos guetos urbanos do sul. A primeira onda de sucesso em vendas de discos foi capitaneada por cantoras como Bessie Smith, Gertude MA Rainey e Alberta Hunter.

Até a segunda Guerra Mundial, o mais importante celeiro do blues era a região do Delta Mississipi. Ali surgiram bluesmen fundamentais como Charlie Patton, Tommy Johnson, Son House, Skip James, Big Joe Williams e o lendário Robert Johnson

O Blues Psicodélico

Nos Estados Unidos, outros jovens começaram a renovar a velha chama do blues. Duanne Allman e seu irmão Gregg formam a grande Allman Brothers Band, Janis Joplin cai na estrada com o grupo Big Brother and the Holding Co., Dr, John resgatao piano no blues, Johnny Winter e seu irmão Edgard começaram a atenção e um ex-paraquedista do exército americano leva o blues a outras dimensões.

Além de revolucionar a guitarra elétrica, James Marshall Hendrix também abriu um novo caminho para o blues. Mas os Estados Unidos não compreenderam a sua música. Naquela altura do campeonato, só mesmo um inglês seria capaz de sacar o novo blues de Hendrix. Logo depois de vê-lo em ação em Nova York, Chas Chandler, então baixista do Animals, convidou Jimi para ir tocar em Londres. E ele topou na hora.

Não por acaso, o maior desejo de Hendrix quando chegou a Londres era conhecer Eric Clapton. Em 1966, Clapton já havia gravado o disco de estréia do Cream, primeiro power trio da história, formado por ele, o baixista Jack Bruce e o baterista Ginger Backer. Hendrix e Clapton tinham em comum o desejo de levar a guitarra a um novo patamar, depois batizado de blues psicodélico.

A partir desta fase, o estilo criado pelos escravos do sul dos Estados Unidos começou a ser um ingrediente obrigatório na receita de inúmeras bandas de rock. De Led Zeppelin a Deep Purple, passando por The Doors, Creedance Clearwater Revival e The Who, todo mundo sofreu alguma influência do blues. Uma célebre frase resume bem essta situação: “O blues teve um bebê e ele ganhou o nome Rock’n'roll”.

O final desta fase veio de forma trágica, na virada dos anos 70. Depois do final do Cream, Clapton entrou em duas roubadas que mudariam sua vida: apaixonou-se pela mulher do melhor amigo e afundou-se na heroína e no álcool. Alguns chegam a afirmar que, exatamente por estar passando por tanta dor, Clapton gravou alguns de seus melhores blues nesta fase, como “Nobody Knows When you’re down and Out” e “Key to the Highway”, ambas ao lado do grupo Derek and the Dominos, com quem Clapton gravou o genial Layla and Other Assorted Love Songs.

Mas o maior golpe veio em pouco mais de um ano, com três mortes que abalariam a cena. A primeira foi a de Jimi Hendrix, encontrado morto em 18 de setembro de 1970 no apartamento de sua namorada, em Londres, sufocado pelo próprio vômito. Dias depois, em 4 de outubro, era a vez de Janis Joplin morrer depois de uma overdose de heroína. Em 29 de outrubro de 1971, Duanne Allman enfiou sua moto num caminhão. O novo blues estava seriamente avariado. Isso sem contar a morte de Jim Morrison, outro grande devoto do blues, em três de julho de 1971.

A Fase Adulta

Nos anos 70, o estilo passou por uma fase diferente. Heavy Metal, Glam Rock, Punk Rock, Reggae, Disco… O mundo da música vivia uma diversidade nunca antes vista, onde quase tudo era possível e vendável. Neste cenário, o blues foi correndo por fora, mantendo um público fiel, conquistando novos fãs a cada dia e sobrevivendo a quase todos os modismos. O blues entrava em sua vida adulta e transformava-se numa música universal.

B.B. King e Eric Clapton tiveram importância fundamental nesta fase. Enquanto o último continuava a inserir elementos de blues nas canções que o transformariam num dos maiores popstars do planeta, King resolveu virar o “embaixador” do estilo, fazendo shows em quase todos os cantos do mundo.

A coisa só iria mudar de fato na virada dos anos 80, quando dois novos bluesman americanos tiveram papel determinante. Robert Cray, um guitarrista com voz de soulman nascido na Georgia em 1953, conquistou o respeito da crítica e de seus professores – como o grande Albert Collins, com quem chegou a gravar o álbum Showdown! – além de faturar as paradas de sucesso e conseguir uma boa vendagem de discos.

Mas o grande nome desta festa foi Stevie Ray Vaughan. Filho musical de Jimi Hendrix, o guitarrista de Austin, no Texas, resgatou a tradição dos verdadeiros bluesman com seu estilo agressivo de tocar guitarra e levar a vida. Desde sua estréia em 1982 – com o fundamental Texas Flood -, Stevie conquistou milhões de novos fãs para o blues e foi responsável pela formação de uma nova leva de guitarristas em todo o planeta.
Mais uma vez lembrando a velha tradição dos bluesmen, envolveu pesado com drogas e álcool, conseguindo reabilitar-se apenas na segunda metade dos anos 80.

Mas o destino não quis que Stevie ficasse por aqui por muito tempo. Logo depois de lançar o genial In Step e de gravar o emocionante Family Style com seu irmão Jimmy Vaughan, o guitarrista morreu em um acidente de helicóptero. Mas seu trabalho ajudou a abrir espaço para outros bluesmen que pintaram nos anos 80, como Kim Wilson – que tocava com Jimmy Vaughan nos Fabulous Thunderbirds -, Steve James e Doyle Bramhall.

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